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 Priston - Do início ao fim.

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Ridrick
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Mensagens : 1103
Registro : 07/04/2010

MensagemAssunto: Priston - Do início ao fim.   11/01/11, 06:07 pm

Salvei parte dessa fan fic do antigo fórum do priston. Já faz tempo, não lembro o nome do autor e os GM's burros do PT deletaram o antigo fórum...



Priston do Inicio ao Fim



(Capítulo 1) Era uma vez...

Há muito tempo atrás, no continente de Priston, aviam muitos povoados alegres e pacíficos, porém poucos sabem que o primeiro povoado era denominado de Solutinol. A mini-cidade de Solutinol localizava-se no centro do Continente de Priston e por motivos de qualidade do terreno como boa terra para plantio, um rio que se despejava num lago que mais parecia um mar de água doce e cristalina além de ter sido um lugar protegido por homens que dominavam a magia branca e por guerreiros fortes e bem treinados era o principal povoado do Continente em desenvolvimento. Este lugar era um belo lar para todos que o habitavam, onde às vezes sofria invasões bárbaras por outros povoados, numa espécie de disputa por terra.
Em Solutinol havia seis classes de guerreiros para a proteção do principal povoado do continente, são elas: Cavaleiros, Magos, Amazonas, Lutadores, Mecânicos e Arqueiras. Sendo treinados com três mestres: Rayven, Sir. Verkan e Sephiroth. Rayven era o treinador de habilidades e treinamento mental, Sir. Verkan dava lições de táticas ofensivas e treinamento físico, Sephiroth treinava evasão e táticas de espionagem. Os mestres eram muito diferentes, a família de Rayven era “servidora” de magos reais para Solutinol á décadas começando pelo bisavô de Rayven que faleceu numa guerra com 258 anos, depois seu avô e pai foram assinados por espiões de outros povoados e curiosamente também com 258 anos. Já na família de Sir. Verkan ele representa a 10° geração de mestres de guerra da família. Enquanto ninguém conhecia o passado, presente ou futuro de Sephiroth apenas sabia-se que ele tinha uns status sombrios em suas ações e fisionomias.
Todos viviam passivamente em Solutinol, até que um dia quando os guerreiros treinavam com Rayven todos ouvem um som alto e seco de estrondo.
- O que foi isso mestre Rayven? – perguntou um aluno.
- Eu não sei meu filho – respondeu o Mestre das habilidades correndo para saber de onde veio o som.
Todos acompanham Rayven aceleradamente com curiosidade. Chegando ao imenso portão que separava Solutinol do jardim dos anciões estavam centenas e centenas de corpos de habitantes do maravilhoso povoado agora abalado. Rayven chegou depois da multidão e disse:
- O que está havendo aqui Sephiroth?
- Eu cansei dessa vidinha pacata que levamos aqui neste vilarejo. – disse Sephiroth num tom de desprezo e continuando a matar habitantes que tentavam se refugiar.
Sephiroth então matou pessoas sem cessar até que caíram meteoros do céu repentinamente e um deles atingiu em cheio a Sephiroth, porém ele continua como se nada houvesse acontecido a ele.
- Como?! – pensou Rayven.
Rayven falou com Sir. Verkan mentalmente constando o que acontecera no agora quase ruinico vilarejo. Então Sir. Verkan atingiu-o com uma curiosa seqüência de golpes na tentativa de parar Sephiroth. Sir. Verkan jogou seu machado para o alto, atingiu Sephiroth com cerca de 20 golpes extremamente rápidos, deu um salto bem alto pegou seu machado novamente e executou um corte no ar em Sephiroth caindo suavemente no solo e causando grande estrago em seu corpo. Após isso Sephiroth cai quase inconsciente e os sobreviventes aplaudiam Sir. Verkan que está noite foi dormir com status de herói do vilarejo. Porem... Sir. Verkan teve um sonho, e nele a vitima de seu “brutal” golpe aparecera...
“ - Éééééééééééhhhhhhhhh, SIR. VERKAN NOS SALVOU... – diziam todos os habitantes da Cidade de Solutinol muito alegres e festeiros no sonho de Sir. Verkan.
Até que Sephiroth surge com uma manta negra e um olhar sombrio dizendo coisas com um ar também sóbrio:
- Verkan, você está ficando velho para a sua profissão e se você não batizar seu filho com seu mesmo nome rogarei uma maldição no dito e em todos seus miseráveis erdeiros, ah, já havia esquecido não se culpe e nem leve os créditos pela minha morte... Afinal... Quem me matou foi o mesmo que terminará minha missão e também o que irá exterminá-lo juntamente do Rayven, então se apresse e avise para ele também, migrem para regiões opostas e treinem guerreiros para eliminar todas as feras que aparecerão neste continente, eu estou avisando-lhe disto porque sou num entanto amigo. Quem destruiu tudo e dominou minha mente controlando-me e causando caos foi...”
Até que o sonho acaba e Sir.Verkan acorda desesperado dando um grito auto e de tom inconformado:
-NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOO...


(Capítulo 2) O Fim se Solutinol e o inicio de uma jornada

Muitos dias depois do sonho de Sir.Verkan, ele e Rayven agora presidentes de Solutinol decidiram comunicar a todos do sonho de Sir. Verkan. No dia seguinte todos os habitantes da cidade de Solutinol reúnem-se no centro da agora Capital do Continente que ganhara a paz entre as cidades que não sabiam de nada do que avia acontecido lá. e Sir.Verkan, Rayven estavam acompanhados de seus respectivos herdeiros: Verkan e Rayman de 10 anos cada um, são o centro da atenção na cidade, pois estavam sobre uma espécie de palanque de madeira que era utilizado para comunicados importantes ou centro de aprendizagem das antigas aulas de Sephiroth. Então Rayven disse:
- Caros presentes, eu vos comunico que vós tereis de migrardes divididos em dois grupos. O primeiro grupo será formado pelos mais sábios e menos formais, este grupo virá comigo e migraremos de vossas residências para o norte onde nos abrigaremos e construiremos uma nova cidade melhor e maior que Solutinol, este grupo se chamará Morions. O segundo grupo será denominado Trenpiskorns e será formado pelas pessoas mais fortes e formais migrando junto de Sir.Verkan para o Sul do continente onde fincaram uma muralha em volta da nova cidade.
Após o comunicado todos murmuraram entre si e após um tempo um senhor dirigiu a voz para Sir.Verkan fazendo-lhe uma pergunta sobre a futura migração:
- O que acontecerá se não decidirmos por não ir? – perguntou o senhor idoso fazendo com que alguns concordassem com o sábio senhor – todos os nossos pertences, familiares e plantações estão aqui.
Quando o senhor acabou de fazer sua pergunta uma lágrima rolou no rosto com excreções tristes de Sir.Verkan, depois ele olhou pro céu, tomou fôlego e respondeu em meio de soluços:
- Para... Aqueles que... Decidirem por ficar aqui... Eles... Eles...
Então Rayven também com lágrimas no rosto completou:
- Morreram!
Após isso todos, absolutamente todos cobiçaram a discutir alguns choraram de desespero, e muitos começaram a fazer perguntas desordenadamente até que um chefe de uma família ali presente disse:
- Eu vou ficar e quero ver quem ou o que vai tirar a mim e a minha família daqui pois aqui tem tudo que precisamos.
Outros disseram:
- E como morreremos se ficarmos?
Já outros perguntavam:
- Quando partiremos?
Até que Sir. Verkan Grita:
- Cheeeeeeeeegaaaaaaaaaaaaaaaaaa, responderei a todas as questões a mim apresentadas. Em primeiro lugar a opção de querer ficar aqui e morrer é de cada um de vocês, em segundo lugar, se ficarem nem perceberão que morrerão e em terceiro lugar partiremos quando todos estiverem prontos, fortes e sadios. – respondeu Sir.Verkan Quase gritando – Mais alguma pergunta?
- Eu senhor! – disse um jovem lutador – porque não lutamos com essa coisa? Se é que é uma coisa!
Então Sir.Verkan respirou fundo e respondeu:
- Pois bem, os direi por que nós não ficamos e lutamos. Hoje eu terei mais um sonho que me explicará mais coisas e provavelmente será o ultimo a me atormentar, porém eu já sei que o que ou quem vai destruir Solutinol será muito forte e não vira sozinho, e como perdemos muitos guerreiros há três semanas atrás, logicamente será difícil. E quanto a questão do que é não sei, apenas fiquem sabendo que muito poderoso e devastará esta cidade e tudo, eu disse absolutamente tudo que se opuser contra ele...
Sir.Verkan continuol respondendo perguntas feitas por civis por mais cinco horas. Ao cair da noite haviam se formado três grupos, dois de sobrevivência que eram os Morions e Trempiskorns e um de resistência que foi denominado de Solutirenos. Todos estavam prontos para ir e anciosos pela interpretação do sonho que Sir.Verkan teria.
Na casa de Sir.Verkan, Rayven esperava o maldito ou benéfico sonho acabar.
“ - Hei!, Sir.Verkan, Ou, é você mesmo, eu tenho uma surpresinha pra você! – disse uma voz sombria num tom de sarcasmo nos sonhos de Sir.Verkan – Vou ter que te deixar dormindo um longo tempo pois a historia é longa. A muito tempo atrás nesta terra onde está localizada sua casa foi o local da famosa “batalha dos Deuses”, ou seja, a terra está simultaneamente amaldiçoada, benzida, pura, valiosa e principalmente misteriosa! – continuo a voz ainda com o mesmo tom sarcástico, porem agora mais à-vontade com o nosso “herói” - então muitos seres deste e de outro mundo virão até aqui para travar a guerra porém agora para pegar uma espécie de gema que “solta” monstros, quem ganha domina consigo o continente e lutadores que são renovados por segundo. – então Sir.Verkan mesmo dormindo começa a suar frio e dizer palavra estranhas em baixa voz, Rayven que estava de seu lado direito anotava em sua memória tudo que ele dizia – Sabe Sir.”Herói e profeta” eu não queria ser você quando avisasse isso ao velho de enorme barba ao seu lado, pois se o fiser terá conseqüências drásticas, ah!, sim, já avia esquecido, também aconcelhu-o a retirar seus status de herói pois quem me matou na verdade foi o mesmo que o matará...”
Após o sonho Sir. Verkan acorda assustado e gritando:
- NÃO FUI EEEEEEEEEEUUUUUUUU! – após o grito ele respirou ofegante por horas.
- calma Verkan eu estou aqui! – disse Rayven tentando acalmá-lo
Então Sir. Verkan voltou ao normal e contou tudo a Rayven, exeto o que a voz pediu para não contar. Quando Rayven ficou sabendo acordou toda sua tropa e guiou-a para a terra que constava nos sonhos de seu amigo.
- Cuide-se e amanhã após descansar parta com os Trenspiscorns.
Logo após Sir. Verkan voltou a dormi e desta vez sem sonhos.
Quando amanheceu Sir. Verkan disse firmemente sobre o palanque...
- Trepiskorns! Vamos!


(Capítulo 3) E que se façam as Cidades... E mais raças.

- Que legal!
- Chega, estou cansado! Por hoje é só meu filho... – disse uma voz já cansada, provavelmente de um velho homem. – Mas... Você gostou da história do surgimento de Ricarten?
- Sim, mas puxa Tio Verkan você parou de contar na melhor parte da história! – resmungou um menino que ouvia a história de Solutinol atentamente. – conta até o final, por favor, tio Verkan...
- Mas Kytaro, já está tarde... – disse Verkan tentando se esquivar da persistência do “lutadorzinho” -... Está bem, mas só até oito e meia, depois disso você vai pra sua casa está bem?
- oito e cinco mil? – disse Kytaro tentando negociar
- Nossa! Oito horas e cinco mil minutos é muito tempo, você não acha que uma criança, ou melhor, que um homem de cinco anos deveria repousar?
- Sim! N-Não! Sei lá! Ah to sem sono... – persistia Kytaro.
- ta bom vou contar o resto da história...
“Então cerca de 500 homens e mulheres marchavam com um destino fixo... O sul. Foram 5 dias e 5 noites de caminhada até chegar um local de bons recursos hídricos, terrenos férteis e firmes e com bom clima. Até que o deserto se acaba na beira de um abismo, porém se olhassem o outro lado, viam um belo jardim. Todos neste momento olharam para Sir.Verkan que estava um pouco nervoso, até ele dizer:
- Atenção todos, cada um terá uma função nesta travessia. Lutadores: vocês iram cortar lenha e traze-las para a margem daquele rio, fazendo assim uma ponte. Mecânicos: vocês construirão uma ponte, mas não com os troncos a margem do rio, pois eles foram encontrados num deserto por isso não são seguros. Arqueiras: vocês irão ao outro lado do rio verificar se há arvores resistentes. Agora Vão.
A Idea de Sir. Verkan foi fenomenal, ninguém pensaria que a ponte com as árvores secas não agüentariam, todos seguiram as regras e todos estavam se sentindo seguros por causa de ter um chefe tão seguro em suas ordens.
- Sir.Verkan encontramos – disseram as arqueiras em coro retornado do outro lado do rio – O Senhor estava Certo.
Após esta noticia o comandante dos Trempskorns ficou aliviado e procurou o lutador mais jovem para ir ao outro lado buscar um troco, apenas um pois os troncos eram enormes.
- Você! – Disse Sir.Verkan apontando para um jovem lutador – Qual seu nome e quantos anos você tem?
- Eu tenho 12 anos e meu nome é Aces, Aces High, filho de Bryan High, Que morreu lutando contra Sephiroth...
- Hum... Seu pai era um ótimo guerreiro, eu lamento muito...
- Obrigado, mas como posso ajudar-lhe?
- Buscando o maior troco do outro lado.
- Tudo bem eu vou! - disse Aces com um sorriso de ponta-a-ponta – Já volto...
Aces conseguiu arrancar a arvore e traze-la sem dificuldade alguma. Ele a entregou para um mestre mecânico que a cortou no meio horizontal mente e a “colou” nas duas partes com 10 espécies de espadas diferentes, cada uma num local que ele calculou rapidamente e sozinho. Logo depois os lutadores inclusive Aces ergueram o tronco com facilidade e a jogaram para o outro lado ligando assim uma ponta do abismo a outra.
Um dia depois do feito de engenharia, Sir. Verkan e todos os outros acampam em seu futuro novo lar.
Quando acordaram, todos começaram a trabalhar na construção do local estava ficando maguinifico, demorou a ficar pronto porém quando a terminaram quiseram comunicar a Rayven por telepatia,quando conseguiram ele ficou feliz com a noticia e conversou telepaticamente com meu pai:
- E os sonhos? Pararam? – disse Rayven com um tom preocupado – Ou não?
- Já pararam, porém temos que saber o que aconteceu em Solutinol...
- Tens toda a razão, quando partiremos para fazer está verificação?
- Não partiremos!
- Nós não partiremos? E onde está vosso interesse em saber das terras que compunham nossa pacata cidade?
- Eu estou interessado, mas também estou interessado em por em prática o projeto que o meu mestre mecânico real e seu mago real fizeram.
- Tu te referes ao Portal?
- Exatamente, isso melhoraria nossas transações de suprimentos e poderíamos fazer outras coisas como celebrar os natais e outras festas juntos, alem domais, seu filho Rayman e meu filho Verkan são muito amigos desde os 20 anos de verkan e os 60 de Rayman...
- Levando em conta a longevidade de todos os magos eles têm a mesma idade, pois se Verkan tem um quarto da idade de Rayman eles têm a mesma idade sim.
- e então quando você vem aqui pra realizar este nosso desejo?
- talvez agora...
- Hum?!
E der repente Rayven aparece ao lado de seu amigo.
- puxa você não perde o habito...
Sir. Verkan e Rayven continuaram conversando muito e muito tempo, e enquanto eles conversavam Pillai e Ricarten iam Surgindo no mapa, Pillai mais rapidamente pois apenas foram tele transportadas as casas de Solutinol para Pillai, já Ricarten tinha mais trabalho braçal.
- Está pronto? – Perguntou Sir. Verkan interessado pelo portal.
- Sim meu caro, está. Mas o que o portal tem a ver com a visita a Solutinol? - disse Rayven.
- Eu também estava pensando em instalar um portal em Solutinol.
- Ótimo!
- Eu sei!
- Mas...
- O que? – disse Sir. Verkan interessado, na duvida de Rayven.
- Nenhuma de nossas raças representantes é especializada em chegar a um local sem ser percebido...
- É aí que quero chegar...
Sir. Verkan explicou que estava planejando criar uma nova classe... Os Pikes. Que seriam uma espécie de ninjas.
Muito tempo se passou e muitos homens treinaram duro para tornarem-se Pikes bem treinados. Um deles em especial chamava-se Eduardo, ele era o aluno mais aplicado de todos chegando até a polir sua foice todas as noites depois de terminar seu treinamento. Quando chegou a época de renovação de folhagem, a primavera. Todos os Pikes estavam treinados. Já em Pillai todas as mulheres que não tinham estatura nem habilidade para serem atalantas (e não mais amazonas) se dedicavam à pureza e magia, criando-se assim as sacerdotisas. Com a delicadeza das Sacerdotisas e os movimentos sombrios dos Pikes foi possível chegar ao caminho de Solutinol.
- Ai, Meu Deus! – disse Eduardo impressionado com a nova aparência de Solutinol.
Eduardo comunicou isso para Rayven telepaticamente que por sua vez dizia tudo para Sir. Verkan fazendo assim uma ponte.
- Como está Solutinou? – perguntou Rayven.
- Senhor, Solutinou não existe mais, está completamente em ruínas. Porem existe uma mercante um alojamento, uma espécie de pousada. Onde instalamos o portal?
- Qualquer lugar, porem rápido. Eu quero ir aí pessoalmente... – disse Rayven num tom desapontado.”
Quando Verkan viu Kytaro havia adormecido.


(Capítulo 4) Os desafios

Quinze anos se passam e Verkan resolve montar um grupo de 16 alunos, sendo quatro lutadores, quatro pikes, quatro arqueiras e quatro mecânicos. Rayman faz o mesmo em Pillai e convocou quatro cavaleiros, quatro Atalantas, quatro magos e quatro sacerdotisas. Das duas cidades, quatro guerreiros sendo um representante de cada classe, formaram um grupo com os outros quatro da outra cidade. Verkan pensou nisso tentando unir guerreiros de Ricarten e Pillai e fazer com que eles evoluam juntos e livrem o continente de perigosos monstros. Verkan dirigiu-se ao centro da cidade e subiu no palanque que era utilizado para falar sobre a cidade com seus moradores. Verkan então disse:
- Atenção todos! – Disse Verkan Chamando atenção para si – venho comunicar a vocês que já estou velho para permanecer em meu cargo de Mestre de Habilidades da cidade de Ricarten. Para meu lugar estou convocando um lutador de 50 anos, que coincidentemente era a idade que eu tinha quando eu assumi este cargo... Este Lutador conheceu meu pai bem e não deve ser surpresa sua indicação. Alguém tem Idea de quem seja?
- Aces High? – disse um garoto que iria fazer o desafio para entrar no grupo dos Trempskorn – Acertei?
- Sim meu jovem, é o Aces... Que provavelmente hoje mesmo receberá esta noticia. Como você sabia?
- Sou o filho dele, e tenho a mesma idade de todos os lutadores que farão o desafio, 20 anos. E queria saber que serão meus adversários. – perguntou Hugo, um dos lutadores mirins e filho de Aces High.
- Bom já que você tocou no assunto direi o de todas as classes. Arqueiras: Karen de 19 anos, Vivian de 21 anos, Fernanda de 20 anos e Lara de 17 anos. Pikes: Kalt de 26 anos, Jéferson de 21 anos, Yvan de 19 anos. Os pikes só terão apenas três representantes por causa de um participante ter quebrado o braço treinado hoje de manhã. Mecânicos: Erick e Emerson de 15 anos, Rodrigo de 18 anos e um de 22 anos chamado Evan...
- Heeeeeeeeeell, chame-me de Hell, não de Evan – disse Evan completando o que Verkan disse.
- Tudo bem, Hell ao invés de Evan. E por último, porém não menos importante a raça de nosso futuro novo mestre de habilidades... Os Lutadores: Kytaro de 20 anos, Hugo de 23 anos de idade, Henrique e Fernando de 19 anos. O desafio começara amanhã e será feito por uma classe de cada vez.
- Qual será a primeira? – disse Aces que estava chegando. – que estória é essa de mestre?
Então Verkan cancelou a reuniam e no caminho de casa começou a explicar para Aces o que mudaria em sua vida.
- E então pensei em você para me substituir. – disse Verkan completando a promoção de Aces.
- Só posso agradecer-lhe e perguntar: quando começo?
- Bem acho que depois de amanhã, pois seu filho está no desafio por isso não quero que pensem que facilitei para Hugo...
- Bem lembrado, eu não havia pensado nisso.
- Bom Aces agora está tarde tenho que repousar, até amanhã.
- Até.
Após se despedirem cada um se dirige para seu lar e vão descansar pensando ansiosamente no desafio que aconteceria no dia seguinte...
Quando chegou o dia do desafio, todos os lutadores acordaram antes do previsto, então logo Verkan chegou e falou sobre o desafio.
- O desafio será o seguinte: cada participante terá que me trazer o porrete, o capacete e as botas do duende macabro. Eles são encontrados em jardim da liberdade, mata das acácias e refugio dos anciões. Aquele que os trouxer primeiro se classifica. E que se de inicio ao desafio dos lutadores.
Logo após isto todos saem em disparada entrando pelos mapas onde se encontram os monstros. Simultaneamente Verkan chama os outros participantes e os diz o que será o desafio:
- Arqueiras: vocês terão que trazer um chifre de hopi e um cristal do mesmo. Pikes: a missão de vocês será a mesma que a dos lutadores. Mecânicos: a missão de vocês será a melhor. Vocês terão que criar uma armadura e ver qual resiste mais a meus ataques. Muito bem... COME...
- ACABEEEEEEEEEIIIIIII – gritaram todos os lutadores em coro, quando voltarão dos mapas indicados. – NÃO, EU ACABEI PRIMEIRO... – disseram todos ainda em coro.
- Esperem, vão todos esperar o mecânico ganhador chegar.
- como será o desempate? – Perguntou Hugo Apressado e com raiva dos outros.
- vocês verão...
Erick e Emerson foram desclassificados de primeiro golpe. Sobrando assim Rodrigo e Hell. Então Verkan Pegou uma arma mais forte um machado diamante e atacou a armadura de Hell, tento então uma rachadura. Quando ele foi atacar a de Rodrigo, decidindo então o mecânico vencedor, e dando inicio ao desempate dos lutadores, Vivian, uma das arqueiras participantes chegou e disse com sua voz doce e delicada:
- Ebaaaa... Acabei.
- UAAAAAAAAAAUUUUUUUUU! – disseram todos os lutadores mais uma vez em coro.
Eles disseram isto, pois Vivian era linda, ela tinha 1,70 aproximadamente, seus cabelos eram negros com reflexos loiros e presos atrás com duas mechas loiras para a frente, usava uma saia que terminava a um palmo do joelho e tinha curvas invejadas por todas as outras de sua idade. Porém ela nunca havia namorado ninguém. Verkan confere os itens e vê que era verdade de Vivian, e anuncia:
- Já temos uma Arqueira! E agora veremos a resistência da armadura de Eva...
- O nome é HEEEEEEEEEEEEELL! – Disse Hell corrigindo Verkan
Verkan Levanta seu machado e se prepara para desferir um golpe vertical na armadura, quando acontece um imprevisto.
- Como!? – Disse Rodrigo inconformado com o que acontecera. – Não pode SER!
Como num passe de mágica a rachadura de Rodrigo se agrava e rompe a sua obra metalúrgica. Classificando assim Hell por W.O, e indicando a prova de desempate dos lutadores, que seria quem destruir aquela armadura em menos golpes. Quando Hugo se prepara para dar o golpe ele fica nervoso e erra a armadura, acertando a mesa que estava sob a armadura. Henrique e Fernando por serem muito jovens para serem lutadores, ganharam uma recompensa em ouro pelo ato de bravura, já Kytaro não quis aceitar a recompensa e tentou a sorte.
- Lá vai...
- Você vai conseguir. – Disse Vivian para incentivar Kytaro – Eu estou torcendo por você...
- Obrigado!
Kytaro levanta seu machado grandioso para o alto, sussurra algo para se próprio, olha para Verkan, e depois para Hugo, respira fundo, fecha os olhos e desfere um golpe vertical como Verkan lhe ensinou e consegue acertar a armadura, porém não quebra apenas deixa uma rachadura na mesma.
- Com licença – Disse Hell com uma cara bastante confiante, pedindo passagem a Kytaro que será o representante dos lutadores nas aventuras reais – Am... Empresta? – disse hell para Kytaro apontando para o machado.
- Ta bom! – disse Kytaro com uma cara surpresa.
- Aprende...
Hell empurra a armadura com o lado contrario da lamina e a armadura se quebra em mil pequenos pedaços.
- OOOOOOOOHHHHHHHH!!! – Disseram todos os presentes em coro e boquiabertos com o ato do mecânico, principalmente Kytaro e Hugo que se esforçaram para levantar um machado forte para eles que ainda eram iniciantes.
Der repente chega alguém perto do centro da cidade onde todos estavam reunidos.
- Verkaaaaaaaan... - Disse Jéferson chegando com o porrete de duende Macabro, suas botas e seu capacete. – acabei.
Enquanto isso em Pillai acontecia o mesmo, porem lá a prova era escrita e cada raça tinha perguntas próprias em seus testes.
- Acabou o tempo gente deixem seus testes na minha mesa e dentro de trinta minutos ou trinta horas anunciaremos todos os representantes de cada raça. – Disse Rayman. Que apesar de achar errado alistou sua neta para fazer o teste, seu nome como não podia deixar de ser começava com Ray, ela se chamava Rayana. E era uma sacerdotisa exemplar.
No dia seguinte saíram os resultados das duas cidades em Vila Ruinem. Asecretaria Karen Foi até lá dizer os vencedores:
- Os vencedores são: Hell o Mecânico, Kytaro o Lutador, Jéferson o Pike, Vivian a Arqueira, Rayana a Sacerdotisa, Daniel o Mago, Bruna a Atalanta e Caio o Cavaleiro. Parabéns aos vencedores e boa sorte nos seus destinos.
Já em Ricarten, os oito se conheceram melhor e foram falar com o mais novo mestre de habilidades... Aces High.
- Qual será nossa primeira aventura? – perguntou Daniel que era o mais novo com 17 anos, porém exercia bem a função de mago.
- Vocês terão que...


(Capítulo 5) A Ilha de Tangarus

- Terão que... – Disseram os finalistas ansiosos.
- Muito bem eu digo: Vocês terão que construir uma embarcação de preferência facão isso rápido, e coloca-lo de algum modo a beira do litoral de Refúgio dos anciões, para navegarem com o auxílio de um mapa que Raymon dará a vocês no dia. Neste mapa estará desenhado o caminho a ser percorrido até a Ilha de Tangarus. De acordo com a lenda, a ilha de Tangarus esconde-se um templo de forma de pirâmide, o templo tem vários andares subterrâneos, e a lenda diz que quem conseguir entrar na câmara contida no ultimo andar, conseguira pergaminhos de batalha, neles estão contidos golpes muito fortes e antigos, e como vocês aperfeiçoaram habilidades diferentes poderão trazê-las para mim e eu aperfeiçôo as técnicas e as repasso para vocês. Tornando assim estes ataques a Tier 5 de vocês. Porém como os pergaminhos são de um tempo muito antigo duvido muito da possibilidade de que todos estejam em bom estado de leitura. Enquanto o tamanho do templo eu não sei ao certo qual é, mas Verkan me deu um livro que tem este conto nele, se quiserem saber mais sobre o templo de Tangarus, é só pedir para eu ler o livro para vocês ou me pedir o livro emprestado. – Disse o novo mestre de habilidades de Ricarten, Aces High
- Uaaaaaaaaauuuuuuu – disse Vivian impressionada. – Mas... Eu tenho uma duvida Aces... Quem vai fazer o barco?
- Adivinhem... Só.
- Quem?! – Disse o Pike do grupo, Jéferson.
- Ora... Vocês.
- Gente... Pensem bem... Quem vai fazer a embarcação não seremos nós todos... E sim... – disse Kytaro com um olhar pensativo.
- O MECÂNICOOOOOOO – Disseram todos em coro, menos Hell.
- Eu?!
- Quem mais? – Retrucou Kytaro.
- Aff...
No dia seguinte Hell construíra o navio a beira do mar de Refúgio dos Anciões, enquanto todos dormiam.
- Sempre eu...
Disse Hell para si próprio, quando der repente uma moitinha a três metros de distancia do mecânico trabalhador se meche. Ele corre para chamar alguém porem ele tropeça e ouve o som de pegadas cada vez se aproximando mais dele. Hell se desespera, fecha os olhos e começa a rezar silenciosamente, ele abre um pouco um olho e se depara com um wolverine a um metro dele, até que Hell ouve uma voz conhecida sussurrando:
- não faça movimentos bruscos... – disse o cavaleiro do grupo, Caio – eu vou acordar os outros, fique imóvel.
Então enquanto Caio acordava os outros o wolverine farejava Hell com seu fucinho gelado e com um pouco de baba, Hell olha para um lado, olha para o outro e não viu nada.
- AGORAAAAAAAA.
Kytaro, Vivian e Jéferson atacam o wolverine, salvando Hell e dando continuidade a missão que Aces os confiou.
- Ufa! Obrigado... Gente...
- De nada Hell, mas agora continua e termina logo a embarcação.
- Puxa Jéferson, você nem se importa comigo não é?
- Não! Continua.
- Ta, Ta...
Finalmente Hell acaba de construir o meio de transporte deles, e todos então entram no “navio” alegres e ansiosos para concluir o desafio. Já no barco eles discutem um pouco pois o caminho é muito longo e cansativo.
- Gente, quem ta com o mapa?
- Sei lá Rayanna.
- É verdade você não sabe de nada Caio.
- Eu vou ficar no meu cantinho...
- Que bom!
- Parem vocês dois – Disse Bruna que estava afinando sua lança.
- Diz à lenda que está ilha tem habitantes fantasmas.
- Será Daniel?
- Acho que sim Kytaro.
- Gente eu vou dormir – Disse Vivian – Aliás... Quantos quartos você pois no barco Hell?
- iiiiiii... Acho... É... Bom!... Eu acho em minha opinião que...
- Fala logo projeto de surfista. – Disse Vivian apressando Hell.
- São... Quatro... hehe...
- Então dormiremos em duplas?
- É... Pode ser Vivian.
- Como tiraremos as duplas Hell?
- Ora, nós vivemos numa cidade onde a muita igualdade, vai ser decidido de um jeito democrático...
Um tempo depois...
- Meu palitinho é azul, quem tirou o azul também?
- Eu Kytaro, a Vivian.
- Vamos dormir em que quarto?
- O maior... hahahaha.
- Bem lembrado.
- O meu é laranja, quem tirou o laranja? – perguntou Rayanna.
- Eu, o Daniel...
- O meu é verde...
- O meu também Bruna, Cavaleiro e Atalanta dormindo no mesmo quarto!
- Só sobrou... Eu e o mala do Hell.
- É... Eu e o burro do Jéferson...
Ao cair da noite cada casal ou dupla se dirigia ao seu determinado quarto, para repousar e terem mais vigor na aventura que os espera.
- Ah... Vivian, eu durmo no chão, pode ficar na cama. – disse Kytaro um pouco envergonhado.
- Obrigada, você é um amor Kytaro.
- Só estou sendo cavalheiro, agora... se quiser pode se trocar lá fora, no banheiro, eu me troco aqui mesmo.
- Pode deixar, pode se trocar, vou lá agora. - Disse Vivian agradecendo as gentilezas de Kytaro.
Quando Vivian saia do quarto e ia fechando a porta ele olhou para Kytaro pela brecha da porta.
- Nossa como ele é lindo! – Pensou Vivian vendo Kytaro sem camisa, e logo depois encontrou Bruna no corredor e começaram a conversar.
- Puxa Bruna você deu sorte, caiu logo com o Caio, ele é um gatinho.
- É mesmo... mas o Kytaro é forte, formal e também é muito bonito.
- Amiga, minha maior sorte foi ter o visto trocando de roupa. Ai ele é um gato! – Disse Vivian no mesmo tempo em que Kytaro aparece na porta e vai na direção oposta das duas amigas, ele vai a cozinha, pega um pouco de água e a bebe apenas se bermuda.
- Alguma de vocês quer água também? - Perguntou Kytaro inocentemente.
Bruna e Vivian caem na gargalhada e Kytaro sem entender nada sobe uma escada em direção ao convés e pensando. – Mulheres... – Quando Kytaro Chega ao convés ele se depara com o resto da “tripulação” sentada na mesa usada para refeições prestando atenção em Rayanna. A jovem sacerdotisa estava prevendo o futuro de cada um dos heróis ali presentes. Kytaro se senta e observa o que estava acontecendo.
- E como foi Kytaro?
- Como foi o que?
- Você... A Vivian... Vocês... Homem... Mulher... Mesmo quarto... Cama de casal...
- Ah sim... Ela não foi dormir ainda, ela está lá em baixo conversando com a Bruna porque tanto enternece nisso Rayanna?
- Porque eu e o Daniel...
- Vocês dois...
-Sim.
- Puxa ele é rápido, ou vocês se conheciam em pillai?
- Nós éramos visinhos porém não nos víamos tanto.
- Isso explica.
Neste momento Se juntam a mesa Vivian e Bruna que vinham vestidas com trajes de dormir e Daniel que vinha com a cara mais feliz do mundo.
- Bom dia Kytaro disse Vivian que estava olhando para os músculos dele.
- Mas Vivian ainda é noite...
- Ah... È verdade, não havia percebido. Esta Lua está tão linda e luminosa que nem parece ser noite.
- UAAAAAAAAUUUUU – Disseram todos em coro olhando a Lua, enceto Vivian que estava apreciando Kytaro.
- Ah... Bruna, a Rayanna e o Daniel...
- Quando Kytaro?
- Hoje a mais ou menos 50 minutos atrás.
- Nossa Rayanna você e o Daniel fizeram... Eu nunca desconfiei...
- Bom gente, eu odeio ser estraga prazer, e põe prazer nisso... Mas eu acho que não sou o único que está ficando com fome aqui nesta...
- É verdade, eu também estou com fome, mas o que temos não da para fazer quase nada.
- Bem lembrado Rayanna... Olhem uma ilha!
- Nossa! Mas, é a ilha de Tangarus?
- Não Jéferson, não parece ela, pois Aces High disse que o templo parece uma piramede e está no lugar mais alto da ilha, esta deve compor o arquipélago. Sinal que estamos próximos a Tangarus. – Disse Daniel respondendo a Jéferson.
- Bem gente eu já vou dormir, boa noite para os que ficam...
- Boa noite – Disserem todos em coro para Hell que já ia dormir.
- Ah... Jéferson você dorme no chão.
- Se eu chegar primeiro não.
Então Jéferson e Hell correm disputando uma vaga na cama.
- Gente eu também vou, Bruna você pode ficar na cama.
- Obrigada – Disse Bruna agradecendo a ação de Caio.
Sobrando assim apenas Vivian, Kytaro, Rayanna e Daniel.
- Gente eu e o Daniel estamos namorando.
- Eu sei disso, você sabia Kytaro.
- ...
- Kytarooooooooo.
- ...
- KYTAROOOOOOOO
- Eu... Que foi? Eu tava pensando.
- Em que? – Reprimiu Daniel
- Ou em quem? – Reprimiu Rayanna
- Fala Kyt – Disse Vivian se aproximando de Kytaro
- Em nada... Na verdade... estava pensando no dia de amanhã...
- E você Vivian em o que ou quem está pensando?
- Nos músculos do K... Do monstro que agente vai enfrentar...
- Que monstro? – perguntou Kytaro, percebendo que Vivian estava ficando vermelha
- Tchau gente vou dormir... Boa noite. Kytaro você não vem agora?
- Sim, temos que descansar.
Quando os dois desciam a escada indo a direção ao seus quartos Daniel disse para Rayanna sussurrando:
- Será que eles vão...
- Acho que sim.
Enquanto isso no quanto de Caio e Bruna, Caio trocou de roupa e se deitou olhando para o lado oposto ao que Bruna dormira. Bruna percebera que Caio estava em sono profundo e aproveitou para trocar-se, sem saber que Caio estava fingindo que dormia. Ela tirou a parte de cima da armadura e suas belas e avantajadas curvas ficaram a mostra, Caio apreciava a beleza de Bruna sem que ela percebesse. – Como ela é linda – pensava caio apreciando Bruna. A atalanta se vira para ver Caio e viu que ele estava acordado e perguntou:
- O que você está fazendo?
- Eu... É... Puxa... Ta bom... Eu estava vendo você trocar de roupa, pois você é muito bonita e eu queria te pedir em namoro.
- Bom... Tenho que pensar... Isto não é decidido de uma hora para outra.
- Ufa...
Caio volta a dormir e Bruna apenas de camisola deita ao seu lado o abraçando por trás e colocando sua cabeça nos ombros de Caio. Já no quarto de Kytaro, o lutador dorme profundamente apenas com uma bermuda marrom e Vivian de camisola, sem roupa intima. Vivian senta sobre o abdômen musculoso de Kytaro e o beija, Kytaro acorda, a abraça colocando uma mão na nuca da arqueira, e a outra nas suas costas e descendo cada vez mais, Kytaro corresponde o beijo de Vivian com Vigor, e assim passam a noite, felizes e se amando. No quarto de Rayanna, a sacerdotisa e o mago repetem as ações de Kytaro e Vivian, eles que já se conheciam em Pillai se amam mais a cada dia, porém com o casal de feiticeiros os atos são mais picantes. No quarto de Jéferson, ele e o mecânico descansavam, preparando-se para a aventura que os esperava na misteriosa e perigosa ilha de Tangarus.


(Capítulo 6) Aventura em Terra Firme

No dia seguinte todos acordaram de bom humor e foram tomar café.
- Seu tarado você botou a mão na minha bunda ontem de noite.
- Eu?
- É, você seu Pike desnaturado.
- Me passa a faca... – disse Caio pedindo uma faca para Daniel.
- Não fui eu não, alias você não faz meu tipo Hell.
- Toma aqui a faca Caio... – disse Daniel entregando uma faca para Caio.
- Ei eu sou bonitinho sim!
- Obrigado Daniel...
- Estou falando que você é homem... Eu acho...
- Alguém me passa o pão? – disse Bruna
- Eu sou homem sim... Mais do que muitos mascarados aqui presentes...
- Aqui está o pão Bruna... – disse Vivian entregando um pão para a atalanta.
- Eu não vou discutir com pivetes...
- Obrigada Vivian...
- E nem eu com velhotes...
Jéferson e Hell trocaram farpas durante um tempo até que Kytaro acaba de comer, mas continua sentado a mesa, ele olha para aquela cena e faz uma pergunta a Hell.
- Hell.
- O que Kytaro?
- Por que você não gosta que lhe chamem de Evan?
- É verdade. – reforçou Daniel.
- É segredo... Não posso contar.
- Nós vamos guardar segredo. – Disse Daniel.
- Tudo bem... Eu conto... “Há muito tempo atrás quando ainda existia a pacata cidade de Solutinol, os mecânicos faziam oferendas a Deuses principalmente Midranda, Deusa da morte. Eles faziam sacrifícios de ovelhas e coelhos para esta Deusa, pedindo longevidade e defesa, porém nenhum deles sabia que meu pai, Rion, podia ouvir os Deuses, e em uma dessas mensagens, o Deus da guerra, Galantia alertou-o de que Coisas ruins aconteceriam se seu filho, eu, não fosse à oferenda de um destes sacrifícios. Os motivos da guerra dos Deuses foram os seguintes: O Deus da sabedoria, Mardamos, o Deus da guerra, Galantia, o Deus da Saúde, Migal e a Deusa da natureza, Awell defendiam a minha vida e o cancelamento de oferendas. Somente Midranda defendia os ideais opostos. Então ela criou espécies de Templos do mal, que possuíam em seus interiores uma “Torre Negra” e das mesmas nasciam criaturas horríveis e malignas que serviam a Midranda como seu fiel exército. Após a guerra, as Torres Negras não foram destruídas e os monstros levaram caos ao continente. Então todos os habitantes da agora Vila Ruinem pediram minha morte e a continuidade das oferendas, que agora seriam de crianças, para que os monstros não aparecessem mais. Sabendo disso meu pai me mandou que me misturasse aos Tempriskorns e me salvasse com outra identidade, pois se soubessem meu verdadeiro nome eles me sacrificariam na esperança de parar os monstros.” Por isso não podem saber qual é o meu verdadeiro nome. Se souberem... Me sacrificaram junto a outros animais como os que eu disse.
- Nossa!
- É mesmo chocante. – Disse Rayanna impressionada.
- Ei gente olhem. – Disse Daniel apontado para o horizonte. Era a ilha de Tangarus, a ilha é revestida por uma especa folhagem, a vegetação é abundante e era plana, plana como uma mesa, ao longe dava para se ver uma pirâmide enorme.
- Vamos queimar mais vapor! – Disse Bruna ansiosa para sua primeira aventura.
Na medida em que o nível do mar ia baixando o navio se aproximava da ilha até que uma hora o navio encalhou e todos desceram para empurrá-lo o mais próximo do litoral. Eles o amarraram com cordas bem grossas em flechas que Vivian lançou ao chão e em uma árvore bastante alta e estranha, porem de troco robusto, o que os leva a crer que suportará o navio.
- Alguém sabe que árvore é essa?
- Eu não faço a mínima idéia Rayanna.
Eles cotinuam andando e só vêem mato e árvores. Até que Bruna teve uma idéia.
- Pessoal, vamos nos separar em grupos para ver quem chega primeiro ao templo, cada grupo leva consigo um core de união.
- Mas é que... Boa idéia Bruna! – disse Caio que era um pouco gago e para não gaguejar dizia como prefixo “Mas é que...”.
- Mas é que boa idéia nada. E se aqui tiverem monstros muito fortes e precisarmos de todos para derrotá-lo? E digo mais... Como vamos saber quando um grupo vai chegar no templo?
- B-Bem lembrado Kytaro.
Eles continuam a caminhar sem destino até que desta vez um deles tem outra idéia.
- E se agente entra ali. – Disse Hell apontando a entrada de uma caverna.
- Vamos lá gente, mas fiquem atentos e armados.
Todos entram com cautela e olhando para os lados.
- Jéferson, que tal ficar invisível e de uma olhada no que tem mais a frente. – Disse Vivian um pouco medrosa.
Ele vai e vê como a caverna é por dentro.
- A caverna é muito úmida, cheia de goteiras, escura, muito escura e profunda, cada vez mais baixa com relação ao nível do mar.
Eles continuam andando e encontram uma mesa com o maior banquete que já viram em suas vidas. Os primeiros a irem atacar a comida são Hell e Jéferson. Logo após sendo acompanhados por todos menos Kytaro, Vivian e Caio que comiam frutas. A mesa era farta, porém pequena, a comida se amontoava e quase caia no chão. Na mesa tinham muitos pães, frutas e carnes. Eles comiam com vigor tudo aquilo até que Vivian disse.
- Parem... – Disse Vivian querendo silencio – Parem... PAREEEEEEEEEEEEM!
Então todos para e ouvem um som de passos vindo em suas direções.
- Ouçam.
O som ficava cada vez maior, até que uma sombra surge da entrada da caverna. Era um Decapitador. Que ao ver nossos heróis deu uma risada cínica e sacou sua enorme espada, a virou para eles e correu atrás deles, que correm e gritam desesperadamente. Alguns ainda de boca cheia. Der repente eles gritam:
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHH!
E o Decapitador para, e os vê caindo. No fim do buraco ouvi-se um barulho seco e alto. “Buuuum” Eles haviam caído em algum local subterrâneo porem em almofadas, muitas almofadas. Vivian levanta-se rapidamente e olha para os lados e só vê uma tocha queimando. Ela acorda seu namorado e eles se preparam para ir pegar a tocha. Até que a tocha se aproxima, e outras dezenas de tochas se aproximam. Dando visibilidade aos heróis já de pé.
- Quem... Quem são vocês?
- Vocês quem? Nós?
- Sim.
- Eu que pergunto quem são vocês!
- Bom... Somos os heróis representantes de Ricarten, nos viemos aqui em busca dos antigos pergaminhos de batalha que nosso mestre, Aces, nos mandou buscar.
- Hum... Eu sou Terkian, Chefe da tribo Solutinol, somos decendentes dos sobreviventes de Solutinol. Aqui é um “saguão”, e sempre que ouvimos sons de tombos, vamos aqui conferir se chega alguém de bem. Logo ali, na base daquela pirâmide, está Solutinopolis, a cidade que criamos para nos abrigar. Venham vocês devem estar precisando de algo. Solutinopolis é logo ali depois do fim do túnel.
Todos vão andando para Solutinopolis fazendo perguntas para Terkian, que era muito sábio. Perto do fim do túnel dava para ver uma enorme luz, muitas árvores e pessoas que se vestiam com trapos de tecidos, e algumas mulheres andavam nuas, apenas de tanga. Todos ali vivian passivamente, e recebiam energia de um enorme cristal azul e brilhante.
- Ou... Moço... Que é aquele cara ali dentro dessa “oca” todo de preto? – Perguntou Hell.
- Não sabemos. Ele apenas disse que esperava pessoas aqui.
Chegando à base da pirâmide, Terkian diz:
- Meus jovens, daqui pra frente é com vocês. Eu sou muito velho para subir isso tudo. Vão... Ah... Esperem. Isto é para o mago.
- O que é? – perguntou Daniel interessado.
- Você pode ler... Se quando precisar.
- Obrigado.
Então todos sobem a pirâmide, que tinha em media cinqüenta metros de altura e seus degraus eram muito largos. Ao chega na base da mesma, eles entram em uma espécie de escotilha e dessem degraus já dentro da pirâmide que era muito iluminada e fria, eles encontram os pergaminhos na entrada e os colocam na bolsa.
- Ué?! Foi muito fácil.
Der repente a porta pela que eles entraram se fecha, as luzes se acendem e uma escada a frente deles surge. Eles descem cautelosamente e descobrem uma nova sala, porém essa estava escura de mais para enxergarem algo. Apenas se podia ver uma luz azul muito forte iluminando uma pilastra que sustentava um pergaminho e um mapa. Kytaro pega o mapa e o põe na mochila, depois pega o pergaminho e tenta ler mas não entende muito o que estava escrito, passou para seus amigos para ver se alguém sabia o que havia ali escrito até que por ultimo Daniel consegue decifrar.
- Bom... O papel ta um pouco rasgado, mas a parte que da para ler diz que: “Somente aquele que possuir o dom... Abrir a porta secreta que é encontrada no ultimo... Este é o único modo de sair da sela dos...” é o que diz aqui.
- Mas não da pra entender nada! – Disse Rayanna.
- Bom, essa sela deve ser dos Decapitadores, pois foram os únicos monstros que vimos na ilha.
- Mas aqui não tem Decapitador Kytaro.
- É... Mas aí também diz que a porta está encontrada no ultimo... ultimo... ANDAR. A porta está no ultimo andar. Vamos pessoal temos que descer.
- Esperem – disse Vivian que estava perto de uma parede que tinha inscrições antigas. – o que é isso?
Daniel lê e diz o que era.
- Aqui diz que a sela dos Carniceiros fica a duas desta.
- O QUEEEEEE?
- Carniceiros.
- Bom... temos que os enfrentar. Ou...
- Vamos.
Todos descem correndo a escada, já preparados para o combate e quando chegam vêm quatro Carniceiros sentados e de olhos fechados. Então Kytaro sussurra.
- Hei esperem Rayanna pode nos levar ao outro lado sem termos que passar por eles.
- Eu?!
- Sim. Você não uma magia de gelo?
- Sim, mas...
- Então. Você já sabe o que fazer?
- Sim.
Então Rayanna cria uma ponte de gelo para que todos possam passar até o outro lado. Tudo ocorre bem, mas quando chega a vez de Jéferson o gelo descongela e um pingo cai na perna de um dos monstros que levanta e acorda os outros. Eles sacam seus machados enormes e correm de sorriso irônico até que eles os cercam entre eles e uma porta enorme. Todos sacam suas amas e partem para o ataque gritando.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH.
Eles os atacam em duplas.
- Daniel lance raios verdes.
Daniel e Rayanna atacam um deles com muitas magias.
- Jéferson aqui!
Kytaro e Jéferson matam outro com dois golpes muito poderosos: Quebra-ossos e Foice de aço. Um dos Carniceiros pula, da uma cambalhota no ar e tenta desferir um golpe vertical em Hell, até que surgem Bruna e Vivian que o impediram tacando flechas e lanças muito velozmente. O ultimo foi atacado por todos juntos e destruídos. Assim com o fim deles resta o enigma de quem vai abrir a porta. Nisso Daniel percebe que também há inscrições na porta e diziam:
- “Somente que possuir o dom de reviver pessoas pode abrir a porta da liberdade”. Isso era o que estava escrito no papel rasgado. Então... Se é assim... Amor você é a única que pode abrir a porta.
- Que legal. – Disse Rayanna contente.
Ela abriu a porta, mas mal sabia que a porta requeria um sacrifício... O de quem a abrisse. Daniel encontra essa informação na porta e tenta avisar... Porem tarde de mais um mecanismo da porta que disparou uma flecha na regiam do coração de Rayanna que morreu na hora. Ao ver a sena Daniel expressa ódio e tristeza ajoelhando-se e pegando Rayanna nos braços levantando levemente seu tronco.
- NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOO...

(Capítulo 7) Uma nova missão

Todos saem tristes da pirâmide, principalmente Daniel.

- Puxa... Eu sou órfão de pai e mãe e agora também perco a minha namorada.
- Não fique assim Daniel. Vamos arranjar um jeito de tela aqui novamente.
- Obrigado Hell, mas como?
- Assim que chegarmos a Priston, nós vamos direto a Pillai e pediremos para uma sacerdotisa reviver a Rayanna.
- Boa idéia! Vamos rápido.
- Pessoal, sem querer ser pessimista... Mas pela regra da magia de Pillai não é proibido uma sacerdotisa reviver outra sem ser da mesma facha etária?
- Bem... Pode até ser contra a regra, mas o que isso tem demais?

No exato momento Terkian chega e da uma sugestão.

- Quem vocês querem trazer novamente a vida?
- É a Rayanna senhor, ela morreu para que todos nós saíssemos daquele templo.
- Ora... Está correto.
- O QUÊ? – disseram todos espantados com a frieza do senhor Terkian.
- Vejam bem. Vou lhes contar a historia deste templo: Há catorze anos atrás, um misterioso homem vestido de preto e de cabelos longos e brancos se instalou aqui. Era Sephiroth, aquele que vocês viram dentro daquela cabana, ele disse que foi salvo de uma morte inútil pelo Deus Galantia. Ele disse que foi possuído e quem o possuiu ordenou-o para que atacasse a cidade de Solutinol. Ele o fez e foi morto por Sir. Verkan. Quando ele “acordou” se viu numa sala conversando com uma voz do além, a voz era grossa alta e roca, como o rugido de um leão. Na versão dele o “leão” e dois guerreiros que estavam ao seu lado disseram-lhe que ele teria outra chance e se falhasse morreria definitivamente. Até que chega a sala Galantia, com sua armadura branca e detalhes dourados e sua espada gigantesca e luminosa, solta uma magia muito forte e quebra as paredes da sala em que estavam. Levando consigo Sephiroph e o “leão”. Sephiroph disse que Galantia aprisionou o Leão e conversou com ele. Sua conversa foi a de que ele procuraria esta ilha e esperaria oito guerreiros para lhes ensinar a famosa “Tier 5” porem repentinamente ele se vê desacordado e em estado de lucidez ao mesmo tempo, pois ele está desacorda porem fala com qualquer um que o dirigir a palavra. Ele disse também que quando essas pessoas chegassem ele as diria uma importante coisa sobre as torres negras, o leão e seus dois aliados, sobre ele mesmo e sobre a “Tier 5”.
- UAAUU!
- O que vocês esperam, vão perguntar a ele sobre tudo isso.
- Claro.

E saem em alta velocidade em direção a tenda onde Sephiroph estava. Porem ele não estava lá. Eles se viram reviram tudo, chamam pelo seu nome e não o encontram. Quando eles saem em direção a saída eles se deparam com Sephiroth.

- Sentem-se.
- Quem é vo...
- SENTEM-SE TODOS.
- Tu-Tudo bem – disse Caio.
- O que tenho para lhes falar é muito e muito importante. Vocês preferem que eu conte o q quero ou vocês fazer perguntas?
- Deixe-nos fazer as perguntas. – Disse Kytaro que agia como representante.
- Certamente, prossiga.
- Bem... O que você pode nos falar da Tier 5?
- Absolutamente nada, tudo sobre a Tier 5 está nos pergaminhos.
- Ah! E o que são as torres negras? – perguntou Bruna.
- São delas que nascem os monstros que estão espalhados pelo continente.
- E quantas são?
- Sete. Elas são encontradas nos seguintes locais: O terceiro andar do Calabouço Antigo, Santuário Sombrio, Bellatra, Templo Maldito, Caverna das Abelhas, Caverna dos Cogumelos e o maior de todos e mais forte está em Vale Galubia.
- Nossa! Mas... Quanto ao terrível leão?
- Bem... Eles são: O Fúria, uma poderosa criatura que se alimenta de seu medo, ele foi criado pela malvada Midranda para ser o líder de seu exercito na guerra dos Deuses. Os outros dois são Valento e Babel. Também criados por Midranda, porém com o objetivo de proteger o Fúria. Hoje eles estão aprizionados cada um em um local do continente, porém se Midranda quiser, e a de querer, ela os pode libertar a qualquer instante. Lembrando que o que absorve o medo de todos, são as torres negras. Agora vão para ricarten, saibam mais sobre a Tier 5, descansem e vão a procura das torres.
- Mas e quanto a Rayanna? – perguntou Daniel.
- O que cada um de vocês estaria disposto a enfrentar para tê-la novamente aqui? Estariam dispostos a enfrentar fortes criaturas? Estariam dispostos a entrar num mundo completamente diferente do que conhecem?
- Sim. – Disse Vivian.
- Sim. – Disse Bruna.
- Sim. – Disse Kytaro.
- Sim. – Disse Hell.
- Sim. – Disse Jéferson.
- Cla-Claro. – Disse Caio.
- Sim eu faço tudo para tê-la novamente. – Disse Daniel.
- Bom ouvir isto. Então tenho uma missão a vocês.
- Qual?!
- Vocês terão que arranjar ingredientes para que eu poça traze-la de volta.
- Quais?
- Os cristais dos monstros com suas almas aprisionadas dentro deles.
- Quantos?
- Sete. Sete cristais, porém vocês só podem os conseguir com estas armas: Machado Real, Cajado Real, Lança Real, Foice Real, Garra Real, Arco Real e Espada Real.
- E... Como as conseguimos?
- Aqui estão, eu as darei a vocês. Agora se dividam já que vocês são sete ao total, depois me tragam os cristais, mas antes façam o que pedi.

Então todos saem determinados e com novas armas para novas e importantes missões: Salvar a Alma de Rayanna, destruir as torres negras e impedir que Midranda liberte os malignos monstros de seu exército.
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Arokenerr
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MensagemAssunto: Re: Priston - Do início ao fim.   12/01/11, 04:31 pm

Essa realmente eu vou ler quando eu realmente não mais ter realmente nada pra realmente fazer. Não leve a mal, mas é gigante

_________________________________________________
"Somos amigos em terra,
Somos amigos no mar,
Estamos juntos na Guerra,
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Pitte
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MensagemAssunto: Re: Priston - Do início ao fim.   12/01/11, 04:35 pm

Digo o mesmo que o Ariel...

Faz mal eu ler um capitulo por dia e daqui 8 dias avaliar?(7 capitulos mais um dia pq vou começar amanhã)
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Ridrick
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MensagemAssunto: Re: Priston - Do início ao fim.   12/01/11, 04:43 pm

é grande sim, e nem tá toda aí.
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Kytaro
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MensagemAssunto: Re: Priston - Do início ao fim.   25/12/13, 08:13 pm

OMG!!!!

Cara, eu escrevi isso em 2006/2007, tinha uns 13 anos na época, lembro de ter rodado a internet atrás disso E ACHEI!

Eu sempre achei ruim essa fan fic haha, cheguei a escrever outra porque nessa não sabia como chegar onde eu queria com a narrativa, lembro de ficar pensando o que ia fazer já que tinham tantos personagens andando juntos ao mesmo tempo o tempo todo hahaha...

Fico feliz de saber que alguém não só leu como SALVOU essa fan fic. Eu voltei a jogar o Priston Tale recentemente, e lembrei dela, tentei buscar e quando achei fiz questão de me cadastrar aqui para comentar.

Quem sabe eu não reciclo as ideias dessa história e relanço, haha. :)
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Ridrick
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MensagemAssunto: Re: Priston - Do início ao fim.   26/12/13, 11:15 pm

Bah cara, que legal isso. Fico feliz que tenha sido útil. Na época, eu estava louco sobre o Priston e tinha realmente gostado muito da tua fic (assim como uma boa parte do fórum) e fiquei levemente decepcionado quando tu parou de escrever ela. Mas ainda assim, o que foi escrito em trouxe alguns minutos de bom entretenimento, e só tenho a agradecer por isso.

Obrigado.



se quiser relançar ninguém reclamaria.
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Kytaro
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MensagemAssunto: Re: Priston - Do início ao fim.   27/12/13, 08:40 pm

Penso realmente em relançar, e escrito decentemente agora... Li isso tudo aí de novo e fiquei com vergonha de ter postado isso com tantos erros, haha :D

E também percebi que eu me perdi no meio da história haha, eu tinha umas ideias boas mas não botei bem no papel... ficaram confusas algumas coisas. Bom, quando eu tiver tempo vou trabalhar nisso aí ^^
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Guren
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MensagemAssunto: Re: Priston - Do início ao fim.   23/12/14, 01:17 am

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MensagemAssunto: Re: Priston - Do início ao fim.   23/12/14, 01:13 pm

feliz dia da mentira

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